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sexta-feira 04 agosto, 2017
Untold_ apresenta em Bogotá estudo regional sobre as percepções da relação entre o Estado e os setores produtivos
Miguel Ángel Herrera presenta el estudio con la relación estado - sectores productivos

No último dia 1º de agosto em Bogotá,a Untold_ apresentou seu primeiro estudo regional sobre as percepções dos cidadãos sobre a relação entre o Estado e os setores produtivos, que teve a participação de Ricardo Avila Pinto – Presidente do jornal Portafolio , e de Santigo Lacase – Presidente de Ágora Argentina e de Miguel Angel Herrera – Presidente do jornal Agora Colômbia, estes últimos como representantes da Untold_,

No evento participaram dezenas de CEOs de empresas de diferentes setores, políticos, acadêmicos e jornalistas que conheceram os resultados do estudo realizado pela Quiddity, o braço da pesquisa e Big Data da Untold_. A pesquisa foi realizada na Argentina, Brasil, Colômbia e México e foram entrevistadas mais de 3.600 pessoas.

Lacase, encarregado de apresentar o relatório, destacou a situação de “mais maturidade” em quanto à percepção e a confiança nas empresas do setor privado na Colômbia, em comparação com os outros três países onde a pesquisa foi realizada.

Segundo os dados da pesquisa, na Colômbia, 54% dos cidadãos considera que o melhor para o país é que haja mais empresas privadas, contra 37% que preferem as públicas. Este é número difere da Argentina, onde a porcentagem é de 36% para as empresas privadas e de 41% para as estatais.

Além disso, foi feita referência em relação à confiança dos cidadãos em determinados setores produtivos e suas correlações com a perspectiva de que estes setores estejam melhor controlados pelo Estado. Segundo Santiago Lacase, “ter um nível de desconfiança alto piora a reputação da empresa, mas também aumenta a perspectiva de ser gerenciado”. Este é o caso da Colômbia de setores como a mineração, os bancos ou os fabricantes de cerveja, para os que o 50, 44 e 41% dos cidadãos aumentariam os impostos, respectivamente.

Com esta linha de pensamento, Miguel Angel Herrera, acrescentou que “o setor privado deve se preocupar em ter uma boa imagem, obviamente, mas também deve estar ciente da expectativa que os cidadãos tem em relação a sua regulamentação”.

Ricardo Ávila ressaltou “a boa apreciação que as atividades privadas têm, tanto do ponto de vista da regulamentação como pelo da confiança”, e advertiu que, em alguns setores, “é evidente o problema da corrupção e à medida que se descobrem os escândalos as percepções negativas aumentam”.